Depois de buscar oportunidades em Londres, Cléber Sicorra acabou na Austrália, onde conheceu o amor de sua vida
Depois de buscar oportunidades em Londres, Cléber Sicorra acabou na Austrália, onde conheceu o amor de sua vida
22/10/2009 às 15:13
O que seria uma viagem para surfar e trabalhar acabou em uma paixão avassaladora, sendo marcada por um lindo casamento nos jardins
Quando estava adentrando a segunda década de vida, Cléber Luís Sicorra (Bili) anunciou aos pais o seu objetivo de vida: iria para Londres para estudar e buscar uma nova vida. Por mais que gostasse de Tupandi, algo indicava para Bili que o seu mundo era outro. De malas prontas, lá se foi à Inglaterra.
Depois de dominar o idioma com maior fluência resolveu unir o útil ao agradável, pegando o seu passaporte, as roupas e rumando para Austrália. Mesmo que os pais Walmor e Marli tivesse sentido a partida do filho para, pelo menos, mais um ano longe de casa, eles sabiam da veracidade do clichê: os filhos não se cria para si, mas para o mundo. E foi lá na Austrália que a vida mudou totalmente. Bili, um cara inteligente e extrovertido tinha lá seu fã-clube aqui no Brasil, mas quando viu Carmel Madaferi, ele percebeu que naquela bela mulher havia algo diferente. Esta paixão de Cléber, que foi para a Austrália para trabalhar e surfar, chegou ao ápice há duas semanas, quando foram confirmados os laços de afinidade. E para o casamento, é claro, os pais e o irmão Jóris lá estiveram.
A pedido de Cléber seu padrinho, José Hilário Junges, também viajou à Austrália, para acompanhar o cerimonial de núpcias. Lá chegando os tupandienses se depararam com uma realidade totalmente diferente, de um país que é visto como um dos melhores lugares do mundo para se viver. Ainda que Melborn tenha 4 milhões de habitantes, os brasileiros ficaram impressionados com a organização, limpeza e a estruturação social encontrada. “A cidade é três vezes do tamanho de Porto Alegre, mas tudo é muito limpo, visualmente também, tendo ares de lugar pequeno mesmo sendo uma metrópole”, destacou Walmor Sicorra.
O Casamento
De país para país a tradição do casamento é diferente e na Austrália o ritual tem muitas peculiaridades. Ao invés de ser realizado em uma igreja, o casario se dá em uma residência, em meio aos jardins, onde tudo é meticulosamente cuidado. “Os padrinhos do noivo e da noiva têm mais destaque do que os pais”, citou Walmor apresentando as fotos do enlace, onde o filho Jóris estava na mesa de honra ao lado do irmão recém-casado.
Com direito a limusine para os pais, para a noiva e suas damas de companhia, e para o noivo e os seus padrinhos, a solenidade é pomposa e bela. Claro, centenas de fotos fazem parte de qualquer festa, seja aqui ou por lá. Com um vestido confeccionado por um estilista, que deu os toques finais na manhã do casamento, Carmel estava linda, e não poderia ser diferente, pois a beleza dela chama atenção em qualquer fotografia que apareça. Cléber, com um bem cortado terno, também estava radiante, e diante de um pastor (já que se converteu para a religião evangélica) confirmou os desejos matrimoniais. Seguiu-se uma bela festa, com brindes e boa comida. Tanto Walmor quanto o pai da noiva discursaram deixando as felicitações explícitas aos filhos e recebendo de braços abertos aqueles que agora adentram sua família.
Findado o cerimonial, Cléber e Carmel, pegaram um avião e foram para uma romântica lua de mel em uma ilha, em meio ao oceano, tendo assim seu momento para celebrar a união que, quem dera, seja eterna.