Gol de Tida, de pênalti, no segundo tempo, garantiu a vitória de 1 a 0 e o caneco para o time de Feliz
Gol de Tida, de pênalti, no segundo tempo, garantiu a vitória de 1 a 0 e o caneco para o time de Feliz
06/08/2010 às 14:03
Estufando o peito, com justificado orgulho, jogadores, dirigentes e torcedores do Juventus, de Feliz, ainda comemoram a conquista do título de campeão do Intermunicipal de futebol. Na grande decisão, domingo, dia 1º, em Farroupilha, um gol de Tida, de pênalti, no segundo tempo, garantiu a vitória de 1 a 0 do alvinegro sobre o Penharol. Agora, outro belo troféu está enriquecendo o acervo do clube, guardado, certamente, em local especial da sede social.
Jogando pelo empate, pois vencera o jogo de ida, também por 1 a 0, dia 11 de julho, no Ramiro Picolli, o Juventus procurou tirar todos os espaços do Penharol e, a partir disso, especular em rápidos contra-ataques, principalmente através de Alemãozinho, velocista de marca maior. Ante a necessidade de vencer a qualquer custo, o Penharol tentou pressionar, mas, esbarrando na forte marcação felizense, pouco perigo levou à meta de Gallas.
Logo aos 3min, Tida lançou para Alemãzinho, que, mesmo chutando sem ameaçar o goleiro Loivo, mostrou que o Juventus não pretendia apenas defender-se. O Penharol conseguiu dar o troco só aos 25min, quando o ótimo meia Murilo bateu forte, mas desviado da meta de Gallas. Aos 37min, Caco cobrou falta no ângulo, obrigando Loivo a realizar difícil defesa. Em um primeiro tempo marcado por muitos passes errados, o último lance importante ocorreu aos 45min, quando o ala Tsuga chutou cruzado, da direita, e a bola passou à frente da goleira, sem que alguém chegasse para colocá-la na rede.
No segundo tempo, quem primeiro ameaçou foi o Penharol, com um chute perigoso de Puve. A resposta do Juventus nem demorou e foi mortal. Aos 12min, Tsuga, em alta velocidade, passou por Eder e, ao tentar tirar Loivo do lance, foi derrubado por ele. Márcio Chagas da Silva, árbitro da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), não teve qualquer dúvida para marcar o pênalti. Tida cobrou e acertou o canto, embora Loivo chegasse a tocar na bola.
Inferiorizado no marcador, o Penharol tentou reagir, mas, novamente, ficou preso no bom bloqueio defensivo do Juventus, armado pelo técnico Leonardo Mayrer. Por isso, suas principais chances ocorreram em cobranças de faltas próximas à área, através de Marquinhos. Em uma, aos 19min, o meia acertou a cabeça de Paulo, que estava na barreira, e a bola saiu a escanteio. Na outra, aos 25min, ele chutou por cima.
Depois, o Juventus desperdiçou três boas oportunidades para ampliar o marcador. Aos 29min, um chute forte de Jaca passou raspando o travessão, assustando o goleiro Loivo e arrancando um “ooooooh!” da torcida. Patrick, aos 42min, também não teve êxito na conclusão, assim como Jaca, aos 45min, que chutou em cima de Loivo. Depois, ao apito final de Márcio Chagas da Silva, o Juventus foi para a festa.
Treinado por Leonardo Mayrer, o Juventus teve Gallas; Tsuga, Deiwes (Charuto), Maiquel e Gil; Áureo, Paulo, Caco (Rodrigo) e Marquinhos; Alemãozinho (Patrick) e Tida (Jaca), além de Éverton, Jeferson e Tiago. Pelo Penharol, o técnico Marcos Maggioni mandou ao campo Loivo; Puve, Júlio, Éder e Josuel; Gustavo, Marquinhos, Murilo e Evandro; Jônatas (Sidnei) e André (Valtair), mais Éderson, Rodrigo e Cleberson.