Não é preciso que a doença volte a alarmar o Estado para começar a prevenção
Não é preciso que a doença volte a alarmar o Estado para começar a prevenção
10/01/2012 às 08:33
Verão, mas nem tudo é sombra e água fresca. Aliás, água e calmaria é um grande problema. Esse ano, após inúmeros verões alarmados com a incidência de dengue, pouco tem se ouvido falar nela.
Provavelmente, as secas que tanto prejudicaram a agricultura, e até mesmo o abastecimento de água, fez diminuir a incidência de água parada em terrenos não habitados, ou lugares onde o olho humano não está atento. Mesmo assim, aqueles cuidados básicos que em outros verões viraram mantras, não podem ser esquecidos.
A dengue é a doença causada pela picada do mosquito Aedes aegypti. As larvas do mosquito se criam em água parada e limpa, onde a fêmea deposita seus ovos.
Esse ano, com a conscientização maior e cuidados redobrados, além dos fatores climáticos, não foi registrado nenhum caso da doença no Rio Grande do Sul. De 2010 para 2011, a redução foi de 25%, mas, ainda assim até o final de novembro, foram notificados 742.364 casos suspeitos de dengue em todo o País. Os números reforçam o alerta.
Com os cuidados simples e válidos, os números de 2012, continuarão zerados:
•Pneus velhos devem ser guardados
sob abrigo;
•Caixas de água devem ser fechadas;
•Piscinas devem possuir água
tratada;
•Bebedouros de animais devem ser
limpos, escovados, com freqüência;
•Pratos dos vasos de plantas devem
ser enchidos com areia;
•Embalagens vazias devem ser bem
guardadas, devidamente tampadas;
•Ralos, canos calhas e marquises
precisam ser desentupidos.
Atenção para os sintomas da dengue
•Febre alta repentina;
•Dor nos olhos e de cabeça;
•Dor nas juntas e músculos;
•Manchas avermelhadas pelo corpo;
•Falta de apetite, fraqueza;
•Em alguns casos, pode ocorrer
sangramento de nariz e gengivas.